Ex-juíza e presidente da Associação Brasileira dos Magistrados do Trabalho (ABMT), Cláudia
ex-juíza e presidente da Associação Brasileira dos Magistrados do Trabalho (ABMT), Cláudia Márcia de Carvalho Soares, afirmou nesta quarta-feira (25) que juízes da primeira instância “não tem água nem café” ao defender o pagamento de verbas indenizatórias, os chamados “penduricalhos”.
Soares se manifestou durante o julgamento que pode referendar as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam o pagamento de “penduricalhos” ilegais no funcionalismo público.
“O juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café, ministro Dino”, disse a representante da ABMT.
Márcia de Carvalho Soares, afirmou nesta quarta-feira (25) que juízes da primeira instância “não tem água nem café” ao defender o pagamento de verbas indenizatórias, os chamados “penduricalhos”.
Soares se manifestou durante o julgamento que pode referendar as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam o pagamento de “penduricalhos” ilegais no funcionalismo público.
“O juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café, ministro Dino”, disse a representante da ABMT.